Aprender a se valorizar: 7 maneiras de alavancar seu amor-próprio


O amor próprio reflete na forma como as pessoas a sua volta vão te ver e tratar

Aprender a se valorizar deveria ser pauta de disciplina escolar — obrigatória!


Afinal, desde a infância, aquilo pensamos a nosso respeito define nossa experiência de vida.


Mas, afinal de contas, o que é se valorizar?


Valorizar a si mesmo é se perceber como alguém merecedor de respeito, amor, admiração. É se ver digno de oportunidades interessantes. Capaz de atingir objetivos desafiadores. E saber entender suas particularidades como sinônimo de autenticidade.


Em resumo, se valorizar é estar em paz com as próprias características. Buscando uma vida condizente com esse senso de amor-próprio.


Se você está fazendo um bom trabalho nesse sentido, parabéns!


Significa que você descobriu o segredo do bem-estar. Da saúde — porque se você se valoriza, você se cuida. E da felicidade — já que faz escolhas positivas.


Mas, se você acredita que pode ir além de onde está, que há espaço para uma aceitação pessoal mais evoluída, dê uma olhada nas dicas abaixo.


São 7 modos de aprender a se valorizar, que você deve passar a considerar a partir de agora!



1. Não confunda perda de humildade com aprender a se valorizar


É importante começar por esse esclarecimento.


Pois não são poucas as pessoas que, num primeiro momento, imaginam uma figura de ego inflado como sinônimo de autovalorização.


Mas autovalorização não tem nada a ver com arrogância.


Na verdade, autovalorização é um claro entendimento de que você é tão importante, talentoso e único quanto qualquer outra pessoa que conheça.


Não se trata, portanto, de pensar em termos de competição ou comparação.


E, sim, de se afirmar como um ser cuja história também é bonita. E vale a pena ser vivida.


Leia também: Supere o complexo de inferioridade: fortaleça sua autoestima!



2. Exercite sua capacidade de tomar decisões


Escute suas vontades.


Dê atenção às suas percepções e sentimentos sobre as escolhas que a vida te propõe.


Isso inclui desde situações banais — como decidir quais roupas vestir — até circunstâncias mais complexas, como definir o rumo da carreira profissional.


Comece a observar seu dia a dia.


Quantas decisões você está delegando?


O que você está deixando que outras pessoas decidam por você?


Onde a opinião dos outros está determinando o que você escolhe fazer, usar, mudar?


Tomar as próprias decisões é um verdadeiro elixir para melhorar a autoestima.


Porque expressa que você confia em seu poder de raciocínio.


Dá voz a sua identidade.


E rompe com as limitações você se impõe, apenas para não se indispor com as preferências e julgamentos de outros.



3. (Re)conheça a si mesmo


O autoconhecimento é um dos melhores caminhos para a valorização pessoal

Você já deve ter passado por algumas entrevistas na vida.


Já se viu escrevendo pequenas biografias para perfis de redes sociais.


Respondeu perguntas aleatórias, de inúmeras pessoas, que te questionaram sobre seus gostos, características pessoais, eventos marcantes…


Mas você já experimentou ser seu próprio “entrevistador”?


Bem, se você quer aprender a se valorizar, precisa saber quem é!


Sem respostas prontas. Daquelas que parecem “adequadas” — mas que não revelam o que, intimamente, você realmente pensa e sente.


Para te ajudar a se fazer boas perguntas, você pode procurar por questionários de autoanálise na internet.


Outra sugestão é se valer de livros — como o “Uma Pergunta por Dia”, de Potter Style — que propõem autorreflexões bem criativas.


Leia também: O bullet journal como estratégia de terapia



4. Saia da zona de desconforto


É comum que as pessoas usem a expressão zona de conforto para se referir às circunstâncias com as quais estão acostumadas.


Isso inclui emprego, relacionamentos, comportamentos… Enfim, tudo o que molda nosso cotidiano.


Porém, se você está verdadeiramente confortável com suas escolhas, não me parece que exista um problema nisso.


O que você precisa enfrentar são suas zonas de desconforto.


Ou seja, encare os “mais ou menos” de sua vida!


Se você acredita que “deve existir algo melhor do que isso”, provavelmente, é porque existe.


Aprender a se valorizar é parar de fingir satisfação quando, no fundo, você sabe que está se contentando com pouco…


Para se atingir a autovalorização é preciso se desafiar a seguir em frente


5. Recolha provas de seus erros de dedução


Isso mesmo! Coloque sua memória para funcionar e lembre daquelas situações que te fizeram sofrer por antecipação.


Você passou horas — ou dias — imaginando que o pior iria acontecer.


Mas descobriu, depois, que seus pensamentos negativos não passavam de um exercício de adivinhação — que a realidade não confirmou…


A questão é que, para aprender a se valorizar, você precisa se livrar dos chamados pensamentos disfuncionais.


Quando permitimos que esses pensamentos sejam nossos conselheiros, acabamos agindo — e sentindo — como se eles fossem verdades estabelecidas.


Porém, eles são, apenas, hipóteses pessimistas que limitam sua autoconfiança.


Para combatê-los, argumente com fatos.


Mostre a si mesmo que você já errou várias vezes ao dar crédito à ideia de um futuro sombrio — que nunca aconteceu.


Leia também: Preocupação com o futuro: quais as melhores maneiras de se lidar?



6. Aceite elogios


Quer aprender a se valorizar? Então aceite quando os outros te valorizam!


Assimile as coisas boas e pontos positivos que os outros apreciam em você.


Veja os elogios como gentilezas, que você deve abraçar, internalizar.


É muito difícil para você ver os elogios como verdades a seu respeito?


Então decida, a partir de agora, praticar a aceitação dos bons comentários.


Com o tempo, você adquire esse bom hábito.


Simples assim.



7. Veja a si mesmo como um projeto em andamento


Não se cobre perfeição.


Você precisa errar.


Precisa arriscar e perder, de vez em quando.


Precisa ouvir não. Dizer não.


Saber que, às vezes, as coisas demoram a dar certo.


E, se tudo isso acontece, é porque você está agindo.


Está em busca de seu bem-estar.


Ao se ver como um projeto em desenvolvimento — em vez de uma obra pronta — você entende que precisa aprender a se valorizar no processo. Na capacidade de mudança e resiliência. E não apenas quando atinge o objetivo final.


Tire de suas costas o peso de ter que ser completo. Sem defeitos. O maior especialista.


Não coloque o prazer da sua existência na pessoa que você quer se tornar. Mas no trajeto que você cria — e recria — para chegar lá.




Clinica de Psicologia Nodari

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