Problemas que o excesso de raiva pode causar e como melhorar com a Terapia Cognitivo Comportamental


É preciso cuidar das emoções para evitar os males do excesso de raiva

Você já sabe que excesso de raiva pode causar muitos transtornos, a todo tipo de relacionamento.


Também atrapalha suas decisões.


E torna a comunicação bem difícil.


Mas alguém já te falou que o famoso “pavio curto” também é um perigo para a saúde?


E não pense que seus estragos são pouca coisa!



Pesquisas das áreas médicas e psicológicas mostram que a raiva pode causar:


• maiores riscos de sofrer um ataque cardíaco e desenvolver doenças cardíacas;


• derrame;


• enfraquecimento do sistema imunológico (o que aumenta a probabilidade de doenças e mal-estares frequentes);


• pressão alta;


• problemas de pele;


• prejuízos aos pulmões;


• piora nos sintomas de ansiedade;


• dores crônicas;


insônia;


• redução da longevidade.


Um aviso importante:


Não são apenas aqueles dados a explosões de raiva que correm esses riscos.


Reprimir a raiva é igualmente problemático.



Mas o que fazer? É possível se livrar da raiva?


A raiva é um sentimento e não um traço de sua personalidade

Raiva é uma emoção, tão normal quanto qualquer outra.


Portanto, quando se alerta para o que raiva pode causar, não estamos sugerindo que você deva extirpá-la de sua vida para ser uma pessoa saudável.


Vamos ser realistas.


Às vezes, você vai perder a paciência.


Vai entrar numa discussão boba — e remoê-la por dias.


É humano (e aceitável) ter seus dias de péssimo humor.


O que não pode acontecer é você transformar esse tipo de reação num “traço de personalidade”.


Entenda: raiva é um sentimento, e não sua identidade!


E você pode aprender a gerenciar sentimentos de um modo mais produtivo.


Sem que isso signifique sacrificar sua individualidade.


Na verdade, ocorre o contrário.


Quanto melhor você consegue lidar com a raiva, melhor consegue se expressar e mais confortável se sente consigo mesmo.



É aí que entra a terapia cognitivo comportamental.


Nenhuma terapia tem o objetivo de “consertar” você.


Que isso fique claro.


Precisamos começar a falar em terapia considerando sua real função. Ou seja, promover o desenvolvimento pessoal.


É interessante que você saiba que existem várias abordagens terapêuticas.


A terapia cognitivo comportamental — também chamada de TCC — é uma dessas possibilidades.


O fato é que a TCC se destaca por ser a forma de psicoterapia mais estudada nas últimas décadas.


Seus métodos são validados por centenas de pesquisas científicas. E provaram ser eficientes para a resolução de uma série de problemas.


Incluindo aqueles que a raiva pode causar.



Então, como funciona a terapia cognitivo comportamental para a raiva?


A Terapia Cognitivo Comportamental traz soluções práticas e efetivas para o controle da raiva

Inicialmente, o terapeuta faz uso de perguntas e exercícios para descobrir os gatilhos e causas de sua raiva.


Esse processo te ajudará a adquirir consciência sobre o que, nas situações do dia a dia, soa como provocação, desafio ou opressão.


Conforme você conquista essa percepção, poderá usar técnicas de TCC que visam modificar os padrões de comportamento automáticos.


Nesse ponto, o trabalho do terapeuta consiste em apresentar tais estratégias, sempre com um viés bem prático.



Guarde esta informação:


Sempre que você ouvir falar de terapia cognitivo comportamental, associe o tratamento a atividades práticas.


A TCC pretende solucionar problemas concretos. E, para tanto, faz uso de táticas igualmente concretas.


Você vai aprender, por exemplo, uma série de exercícios de respiração e relaxamento — simples, mas extremamente funcionais.


Sabendo que a raiva pode causar alterações físicas (batimentos cardíacos acelerados, respiração ofegante, tensão muscular…), será útil contar com recursos que “desarmem” esse estado.


Porém, o entendimento das reações do corpo — e aprendizado de melhor controle sobre elas — é apenas um dos estágios da TCC.


Outras técnicas são ensinadas para que você abandone os chamados pensamentos disfuncionais e as crenças limitantes.


Em outras palavras, isso significa identificar quais ideias erradas a raiva pode causar — passando a não aceitá-las como única resposta possível.


Afinal, é a partir do seu processo de pensamentos, de suas interpretações — ou, para usar um termo da TCC, sua estrutura cognitiva — que são desencadeadas suas emoções e comportamentos.


Portanto, quando você aprende coisas novas — no caso da terapia, novas estratégias de enfrentamento — você tem condições de ver alternativas que não pareciam existir.



Há mais uma característica da TCC que vale ser mencionada.


Sua finalidade é garantir que o paciente obtenha autonomia para lidar com as questões que o fizeram buscar tratamento psicológico.


Sendo assim, as sessões são elaboradas de modo a proporcionar essa autocapacitação.


O número de sessões varia, de acordo com a gravidade e intensidade dos sintomas, bem como o progresso individual.


Mas, para você ter uma ideia, tratamentos de 8 a 12 semanas costumam ser suficientes em casos mais simples.


Como a raiva pode causar — ou ser consequência — de transtornos de saúde mental, é possível que o tratamento se prolongue.


Pensamos muito na raiva como um sinal de estresse e ansiedade.


Porém, o DSM-5 (manual de referência para psicólogos e psiquiatras) lista a raiva como sintoma de mais de 32 distúrbios mentais. Dentre eles, a depressão.



Dúvidas?


Entre em contato com os psicólogos da Clínica de Psicologia Nodari, por meio do formulário do site.


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